Quais são os pré-requisitos para realizar a Fertilização In Vitro?

pré-requisitos para realizar a fertilização in vitro

A Fertilização In Vitro (FIV) é um dos tratamentos de reprodução assistida mais avançados e procurados por casais e pessoas que desejam realizar o sonho de ter filhos. Apesar de ser uma técnica eficaz, nem todos estão aptos a iniciar o processo de forma imediata.

 

Neste artigo, exploramos quais são os pré-requisitos para realizar a fertilização in vitro que precisam ser avaliados por especialistas antes do início do tratamento. Continue a leitura e saiba mais!

 

Exames iniciais: a base para um tratamento seguro

 

Antes de iniciar a fertilização in vitro, é necessário realizar uma série de exames para avaliar a saúde reprodutiva do casal. Esses testes permitem identificar possíveis dificuldades, ajustar a abordagem clínica e aumentar as chances de uma gestação bem-sucedida.

 

Exames para a mulher

 

  • Ultrassonografia transvaginal: analisa a reserva ovariana, verificando a quantidade de folículos disponíveis.
  • Dosagem hormonal: avalia níveis de hormônios como FSH, LH, estradiol, AMH (hormônio antimülleriano) e TSH, que indicam a qualidade e a quantidade dos óvulos.
  • Histerossalpingografia ou histeroscopia: investiga a anatomia do útero e das trompas, observando possíveis alterações que podem dificultar a implantação embrionária.
  • Exames sorológicos: testam doenças infecciosas como HIV, sífilis, hepatite B e C, rubéola e toxoplasmose, garantindo a segurança da gestação.

 

Exames para o homem

  • Espermograma completo: avalia a concentração, a motilidade e a morfologia dos espermatozoides.
  • Exames hormonais: verificam a produção de testosterona e outros hormônios ligados à fertilidade masculina.
  • Exames sorológicos: semelhantes aos da mulher, garantindo que não haja risco de transmissão de infecções.

 

Esses exames determinam se o casal está pronto para iniciar a FIV, além de ajudar o médico a escolher protocolos individualizados, aumentando as chances de sucesso.

 

Qual a melhor idade para realizar o tratamento?

 

Um dos principais pré-requisitos para realizar a fertilização in vitro é a idade da mulher. Isso porque a qualidade e a quantidade dos óvulos diminuem com o passar dos anos, reduzindo a probabilidade de uma gestação saudável.

 

  • Até os 35 anos: as chances de sucesso da FIV são mais altas, pois a reserva ovariana e a qualidade dos óvulos costumam estar preservadas.
  • Entre 35 e 40 anos: o tratamento da FIV ainda pode ser bastante eficaz, mas é comum que sejam necessárias mais tentativas ou o uso de técnicas complementares.
  • Acima dos 40 anos: a taxa de sucesso diminui consideravelmente. Nesses casos, pode ser recomendada a utilização de óvulos de doadoras, dependendo da avaliação médica.

 

É importante destacar que, embora a idade da mulher seja determinante, a idade do homem também pode influenciar. Após os 50 anos, há uma maior chance de alterações genéticas nos espermatozoides, o que pode impactar os resultados da FIV.

 

Histórico de saúde: fator decisivo para o sucesso

O histórico clínico e familiar é outro critério essencial para avaliar os pré-requisitos para realizar a fertilização in vitro. Diversas condições de saúde podem interferir tanto na fertilidade quanto na evolução da gestação.

 

Condições femininas que exigem atenção:

 

  • Síndrome dos ovários policísticos (SOP): pode afetar a ovulação, mas costuma ter bons resultados com FIV.
  • Endometriose: dependendo do grau, pode comprometer a fertilidade, exigindo acompanhamento especializado.
  • Doenças autoimunes: lúpus e trombofilias, por exemplo, podem aumentar o risco de complicações na gestação.
  • Alterações uterinas: miomas, pólipos ou má-formações podem dificultar a implantação do embrião.

 

Condições masculinas que influenciam o tratamento

 

  • Varicocele: dilatação das veias nos testículos que pode reduzir a qualidade dos espermatozoides.
  • Alterações genéticas: como microdeleções do cromossomo Y, que afetam a produção espermática.
  • Histórico de infecções ou cirurgias: especialmente em região pélvica ou testicular, podem interferir na fertilidade.

 

Além das condições reprodutivas, doenças crônicas como diabetes, hipertensão e obesidade também precisam ser controladas, pois podem impactar tanto o tratamento quanto a gestação.

 

Fatores que podem influenciar no sucesso da FIV

Mesmo quando todos os pré-requisitos para realizar a fertilização in vitro são atendidos, existem fatores que podem interferir nos resultados. Alguns estão relacionados à biologia, enquanto outros dependem de hábitos de vida. Confira:

 

  • Estilo de vida: tabagismo, consumo excessivo de álcool e uso de drogas reduzem significativamente a fertilidade.
  • Alimentação e peso corporal: tanto o sobrepeso quanto a magreza excessiva podem prejudicar a ovulação e a qualidade dos espermatozoides.
  • Estresse: altos níveis de ansiedade podem alterar a produção hormonal e impactar o tratamento.
  • Qualidade da clínica de reprodução assistida: a experiência da equipe médica, a tecnologia utilizada e o laboratório de embriologia são determinantes para aumentar as chances de sucesso.

 

Outro aspecto importante é a individualidade biológica de cada casal. Por isso, o acompanhamento médico próximo e personalizado faz toda a diferença no sucesso do tratamento de reprodução assistida.

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Qual a idade ideal para fazer fertilização in vitro? Entenda como o tempo afeta as chances de sucesso

idade ideal para fazer Fertilização in vitro

Descobrir qual é a idade ideal para fazer fertilização in vitro(FIV) é uma das principais dúvidas de quem considera a reprodução assistida. Isso porque a idade da mulher é um dos fatores mais determinantes para a fertilidade e para o sucesso do tratamento. Neste artigo, explicamos como o tempo impacta a qualidade dos óvulos e por que iniciar a FIV na fase certa pode aumentar significativamente as chances de engravidar. Continue a leitura!

O relógio biológico feminino e a fertilidade

Desde o nascimento, a mulher já possui todos os óvulos que usará durante a vida — cerca de 1 a 2 milhões. Com o passar do tempo, essa quantidade diminui progressivamente. Na puberdade, restam aproximadamente 300 a 400 mil. Após os 30 anos, essa reserva começa a cair de forma mais acentuada, e, além da quantidade, a qualidade dos óvulos também sofre alterações significativas.

 

Esse declínio natural da fertilidade é um dos principais motivos pelos quais a idade é considerada um dos fatores mais críticos para quem planeja fazer fertilização in vitro. Após os 35 anos, o risco de alterações genéticas aumenta, e a capacidade dos óvulos de gerar embriões saudáveis diminui, o que pode afetar diretamente o sucesso do tratamento de reprodução assistida.

 

Taxas de sucesso da FIV em diferentes faixas etárias

As taxas de sucesso da FIV variam bastante conforme a idade da mulher. Mulheres com menos de 35 anos apresentam as melhores chances, com índices que podem ultrapassar 50% por ciclo, dependendo da clínica e das condições individuais da paciente.

 

Entre 35 e 37 anos, a taxa de sucesso já cai para cerca de 35% a 40%. Dos 38 aos 40 anos, esse índice reduz ainda mais, ficando em torno de 25%. A partir dos 40 anos, as chances caem para menos de 15% por tentativa de FIV. Já para mulheres com mais de 43 anos, os percentuais chegam a 5% ou menos, o que pode indicar a necessidade de recorrer à ovodoação.

 

Esses dados mostram por que identificar a idade ideal para fazer fertilização in vitro é tão importante: quanto mais cedo for iniciado o tratamento, maiores são as chances de sucesso.

Entenda a diminuição da qualidade dos óvulos

Com o envelhecimento dos óvulos, aumenta a probabilidade de alterações cromossômicas, como as trissomias, que incluem condições como a síndrome de Down. Além disso, óvulos de menor qualidade apresentam menor capacidade de serem fertilizados e implantados com sucesso no útero.

Opções de tratamento para idades avançadas

Mesmo com a redução natural da fertilidade, ainda existem tratamentos reprodutivos eficazes para mulheres com idade avançada. Algumas opções incluem:

  • FIV com óvulos próprios: viável até os 40-42 anos, desde que a reserva ovariana seja adequada.
  • FIV com óvulos doados: recomendada quando há falência ovariana ou óvulos de baixa qualidade. As taxas de sucesso com óvulos doados são significativamente maiores, mesmo em mulheres com mais de 40 anos.
  • Congelamento de óvulos (preservação da fertilidade): uma estratégia indicada para mulheres jovens que desejam adiar a maternidade, mas querem garantir a qualidade dos óvulos.

 

Acompanhamento médico individualizado é essencial

Cada mulher tem um histórico reprodutivo único, e por isso é fundamental contar com o apoio de uma equipe especializada em reprodução assistida. O acompanhamento personalizado permite que o tratamento seja ajustado conforme a idade, reserva ovariana, condições hormonais e expectativas do casal.

 

Além disso, o suporte psicológico durante o processo pode ajudar a lidar com a ansiedade e o estresse que muitas vezes acompanham o tratamento, contribuindo para um melhor bem-estar emocional e físico.

Quando procurar uma clínica de fertilidade?

A recomendação dos especialistas é clara: mulheres com mais de 35 anos que estão tentando engravidar há mais de 6 meses devem procurar uma clínica especializada em reprodução assistida. Já aquelas com mais de 40 anos devem buscar ajuda o quanto antes, mesmo que ainda não tenham tentado por muito tempo.

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