Saber quando procurar uma clínica de fertilização é uma dúvida comum entre casais que desejam ter filhos, mas encontram dificuldades ao longo do processo.
Neste artigo, abordamos os principais sinais de infertilidade que indicam a hora de procurar uma clínica de reprodução assistida e explicamos como funciona a avaliação inicial do casal. Continue a leitura!
O que é considerado infertilidade?
Infertilidade é definida como a incapacidade de engravidar após 12 meses de relações sexuais regulares, sem o uso de métodos contraceptivos. No entanto, esse tempo pode ser reduzido para 6 meses no caso de mulheres com 35 anos ou mais, devido à diminuição natural da fertilidade com a idade.
Esse é um dos principais critérios utilizados pelos especialistas para determinar quando procurar uma clínica de fertilização. A avaliação precoce é essencial, pois o diagnóstico e o tratamento corretos aumentam significativamente as chances de sucesso.
Principais sinais de infertilidade no casal
Nem sempre a infertilidade apresenta sinais óbvios, mas alguns sintomas podem indicar que está na hora de procurar uma clínica especializada. Abaixo estão os principais indicadores:
1. Ciclos menstruais irregulares ou ausentes
A menstruação irregular pode ser um sinal de problemas ovulatórios, como a síndrome dos ovários policísticos (SOP). Já a ausência de menstruação (amenorreia) pode indicar falência ovariana precoce ou desequilíbrios hormonais importantes.
2. Dor pélvica ou durante as relações sexuais
Dores recorrentes na região pélvica ou durante o ato sexual podem estar associadas a condições como endometriose, que afeta a fertilidade ao comprometer o funcionamento normal dos órgãos reprodutivos.
3. Histórico de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)
Infecções como clamídia e gonorreia, quando não tratadas corretamente, podem causar inflamações nas trompas e comprometer o transporte do óvulo, dificultando a concepção.
4. Idade avançada da mulher
A fertilidade feminina começa a cair significativamente a partir dos 35 anos. Com o envelhecimento dos óvulos, as chances de concepção natural diminuem, aumentando a necessidade de técnicas de reprodução assistida.
5. Problemas conhecidos no parceiro
Alterações na qualidade ou quantidade de espermatozóides também são causas frequentes de infertilidade. Se o parceiro já tem histórico de varicocele, infecções testiculares ou uso prolongado de anabolizantes, é importante investigar.
6. Tentativas frustradas por mais de um ano
Mesmo na ausência de sintomas evidentes, casais que mantêm relações frequentes e desprotegidas há mais de 12 meses sem sucesso devem procurar uma clínica de fertilização. Esse tempo é um marcador clínico para iniciar a investigação.
Quando o tempo é fator decisivo
Além dos sinais físicos, o fator emocional e o planejamento familiar também contam. Casais que desejam ter mais de um filho, ou que planejam adiar a gravidez por motivos profissionais ou pessoais, podem buscar orientação precoce para congelamento de óvulos ou espermatozoides, por exemplo.
Isso mostra que saber quando procurar uma clínica de fertilização não depende apenas da presença de sintomas clínicos, mas também do contexto e das escolhas do casal.
Como é feita a avaliação inicial do casal em uma clínica de fertilização
O primeiro passo após procurar uma clínica de fertilização é a realização de uma consulta com um especialista em reprodução humana. Nessa fase, o médico escuta atentamente o histórico do casal, incluindo:
- Tempo de tentativas para engravidar;
- Frequência das relações sexuais;
- Histórico menstrual da mulher;
- Histórico de doenças, cirurgias e tratamentos prévios;
- Estilo de vida, uso de álcool, tabaco ou drogas;
- Antecedentes familiares de infertilidade.
A partir daí, são solicitados exames básicos para ambos:
Exames para a mulher:
- Ultrassonografia transvaginal: avalia a anatomia uterina e os ovários;
- Dosagem hormonal: mede níveis de FSH, LH, estradiol, prolactina e hormônio antimülleriano (AMH), que avalia a reserva ovariana;
- Histerossalpingografia: exame contrastado que verifica a permeabilidade das trompas;
- Avaliação da ovulação: por meio de controle de ciclos e exames complementares.
Exames para o homem:
- Espermograma: avalia a quantidade, motilidade e morfologia dos espermatozoides;
- Exames hormonais: como testosterona, FSH e LH;
- Ultrassonografia escrotal: quando necessário, para avaliar alterações estruturais.
Em alguns casos, exames genéticos ou testes adicionais podem ser solicitados, especialmente quando há histórico familiar de doenças genéticas ou falhas em tentativas anteriores de fertilização.
O papel do diagnóstico precoce
Uma vez realizados os exames, o casal recebe o diagnóstico e as possíveis opções de tratamento para reprodução humana, que podem incluir desde mudanças no estilo de vida até tratamentos mais avançados, como a fertilização in vitro (FIV), inseminação artificial ou indução da ovulação.
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